R. Tavares nasceu em Bagé, em 1986. Reside atualmente em Porto Alegre e é autor de Ainda que a terra se abra, Andarilhos, Noite Escura, Contos Sangrentos e A tropeada. É também o idealizador e curador do FestFronteira Literária, festival de literatura que ocorre anualmente em sua cidade natal.

LIVROS

ANDARILHOS

Seguindo a tradição das grandes narrativas históricas que se passam no Rio Grande do Sul, apresentamos o livro Andarilhos. Os protagonistas dessa belíssima narrativa são homens que vagam em busca de seu lugar no mundo, fugindo de um passado sempre à espreita e pronto (como um tigre na mata) a saltar sobre eles. Trata-se de um romance onde homens e mulheres vagueiam em busca de redenção.

 

 

NOITE ESCURA

A perseguição de uma testemunha ocular de um crime cometido por um assassino de aluguel que nunca deixa pistas. No interior do Brasil, um sujeito que estava no lugar errado e na hora tem que fugir para não acabar morto. Um thriller que não esconde suas influências na ficção de polpa (pulp fiction), porém trás as histórias de mortes e perseguições para o ambiente regional no Brasil.

 

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A TROPEADA

E OUTROS RELATOS.

Coletânea de contos regionais.

Contos Sangrentos - R.Tavares

Contos Sangrentos

O livro Contos Sangrentos reúne uma série de histórias que tem em comum o clima de terror, aliado à escrita segura do autor e um punhado de sangue. Nesse e-book, vemos desde beijos perigosos, seres mitológicos brasileiros e escritores sem pudores em busca da fama.

 

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DEPOIMENTOS

Com esta novela habilmente construída, Rodrigo Tavares leva a um novo patamar sua exploração contemporânea da literatura gauchesca. A linguagem regional de "Andarilhos" cede lugar a um estilo mais seco e direto, no qual a tradição entra em simbiose com a modernidade e os mitos sobrevivem como agentes contaminantes no capitalismo globalizado. 
 
Daniel Galera
 
Mais do que uma voz literária talentosa, encontramos em Tavares um autor com um ponto de vista a mostrar. Ao se entrelaçar em suas reviravoltas e cenários cativantes, o leitor não consegue largar o livro. O ritmo de "Ainda que a terra se abra" é pulsante, mas aparentemente simples -- como a vida na fronteira gaúcha.
 
Luisa Geisler

Com "Ainda que a terra se abra", Rodrigo Tavares renova a tradição de uma certa literatura gaúcha que foca no campo para investigar as relações humanas que envolvem a família, a terra, o sul profundo do Brasil.  Faz isto com a habilidade de um escritor seguro dos seus meios, em uma novela ágil e conectada com a contemporaneidade, não só em aspectos que dizem respeito ao tema abordado mas também na forma como este é abordado.

Amilcar Bettega

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